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Esporte e Cultura

Estrela do Norte é campeão e faz Cachoeiro celebrar novamente
Alvinegro de Cachoeiro conquista a Série B do Campeonato Capixaba e confirma seu
retorno à elite do futebol estadual

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 Cachoeiro de Itapemirim voltou a vestir preto e branco para celebrar uma conquista que ficará marcada na história do futebol local. No último sábado, 19 de setembro, o Estrela do Norte Futebol Clube levantou a taça do Campeonato Capixaba Série B 2026, coroando uma campanha que também garantiu ao clube o retorno à primeira divisão estadual em 2027.

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 A decisão aconteceu no Estádio Sumaré, em Cachoeiro, diante de um grande público. Estrela do Norte e Linhares FC empataram em 1 a 1 no tempo normal, levando a definição do título para os pênaltis. Nas cobranças, o Alvinegro venceu por 4 a 3 e soltou o grito de campeão, conquistando a Série B pela terceira vez em sua história.

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 Mais do que uma taça, a conquista representa o reencontro do Estrela com um espaço importante no futebol capixaba. O clube já havia garantido o acesso à Série A ao superar o Audax São Mateus na semifinal, com duas vitórias no confronto e uma classificação construída com autoridade.

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Uma tarde para ficar na memória

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 O Sumaré foi palco de uma tarde de muita emoção. A torcida acompanhou de perto uma final equilibrada e precisou esperar até as cobranças de penalidades para finalmente comemorar. Segundo informações divulgadas após a partida, 4.358 torcedores estiveram presentes no estádio, estabelecendo um novo recorde de público da competição.

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 A festa representa também a força da relação entre o clube e a cidade. Tradicional equipe de Cachoeiro de Itapemirim, o Estrela do Norte carrega uma história que ultrapassa as quatro linhas e faz parte da identidade esportiva do município.

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 A temporada de 2026 foi marcada por uma campanha consistente. Na primeira fase, o Alvinegro terminou na liderança do Grupo Centro-Sul e com a melhor campanha geral da competição.

Agora, com o título conquistado e o acesso confirmado, o Estrela começa a olhar para um novo capítulo. Em 2027, o clube estará novamente entre as equipes da elite do futebol capixaba, levando consigo a expectativa de sua torcida e o orgulho de representar Cachoeiro de Itapemirim.

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Para a cidade, a conquista é mais do que um troféu. É a celebração de uma paixão que atravessa gerações e mostra que o futebol continua sendo parte importante da cultura

e da identidade de Cachoeiro.

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Cachoeiro: uma cidade onde a cultura faz parte da história
De Rubem Braga a Roberto Carlos, município reúne memória, literatura, música e espaços que ajudam a preservar a identidade cachoeirense

 Cachoeiro de Itapemirim é uma cidade marcada por personagens que ultrapassaram as fronteiras do Espírito Santo. A literatura de Rubem Braga, a música de Roberto Carlos e a história de famílias e artistas que ajudaram a construir o município fazem da cultura uma parte importante da identidade cachoeirense.

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 Essa história continua presente em diferentes espaços da cidade. Entre eles está a Casa dos Braga, antiga residência da família Braga e patrimônio tombado pelo município. O local preserva parte da memória de uma família que teve grande importância na vida social e cultural de Cachoeiro, além de manter exposições e receber atividades literárias, lançamentos de livros e apresentações culturais.

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 Outro endereço que desperta a atenção de moradores e visitantes é a Casa de Cultura Roberto Carlos, onde o cantor e compositor passou os primeiros anos de sua vida. O espaço mantém fotos, discos, quadros e instrumentos relacionados à trajetória do artista e também recebe atividades culturais e oficinas de música.

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Uma cidade que preserva suas raízes

 A cultura cachoeirense não se resume aos nomes conhecidos nacionalmente. A cidade também mantém espaços dedicados às artes visuais, literatura, música, patrimônio histórico, folclore e cultura popular.

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 A Sala de Exposições Levino Fanzeres, por exemplo, funciona junto à Biblioteca Pública Municipal e promove a circulação de obras e artistas em Cachoeiro. Já o Centro Cultural Mestre Salatiel trabalha principalmente com a capoeira e a preservação da cultura popular e do folclore.

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 A literatura também ocupa um lugar especial. A Bienal Rubem Braga, criada em 2006, consolidou-se como um dos principais eventos literários do Espírito Santo, reunindo palestras, oficinas, apresentações, exposições, contação de histórias, feira de livros e outras atividades culturais.

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 Além dos espaços e eventos, Cachoeiro possui mecanismos próprios de incentivo à produção cultural. A Lei Rubem Braga contempla diferentes áreas, como música, dança, teatro, cinema, literatura, artes plásticas, folclore, capoeira, artesanato e preservação do patrimônio histórico e cultural.

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Memória que continua viva

 Preservar a cultura é também preservar as histórias que ajudam a explicar quem somos. Em Cachoeiro, casarões, museus, livros, músicas, festas, manifestações populares e obras de artistas formam uma espécie de grande álbum da cidade.

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 E essa memória não pertence apenas ao passado. Ela continua sendo construída todos os dias por artistas, escritores, músicos, produtores culturais, estudantes e moradores que encontram na arte uma maneira de expressar a cidade.

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 Cachoeiro tem uma história que ganhou o Brasil, mas é nas ruas, nos espaços culturais e na memória de seus moradores que essa história continua viva.

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